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O Libertario

A coroação da liberdade


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ATENÇÃO – O texto a seguir é de responsabilidade exclusiva do seu autor e não reflete em nenhum momento o pensamento dos administradores desta página. Porém, temos plena convicção da força e da natureza da ideologia libertária e entendemos que todos os assuntos devem ser discutidos e debatidos para que as pessoas conheçam melhor o Libertarianismo; sendo assim permitimos a publicação deste artigo para que libertários debatam e expressem seus pontos de vista, estimulando sempre o argumento bem fundamentado e a liberdade de expressão.

A república federativa do Brasil vem se destacando na política mundial e já superou economicamente países como Canadá e Inglaterra, esta que sofreu com a grave crise que assolou a União Europeia por causa de todos os maus investimentos que foram empreendidos em decorrência da expansão artificial do crédito. Sendo assim, porque os britânicos mantêm um padrão de vida mais confortável que a maioria dos brasileiros? Simples: achar que liberdade política e qualidade de vida se devem ao país ser uma grande economia é um pensamento pueril. Não é o P.I.B. (produto interno bruto) que enriquece o país, mas a liberdade de mercado.

Por exemplo: a U.R.S.S. já foi a segunda maior economia do mundo, mas em 1980 foi ultrapassada pelo Japão, uma monarquia parlamentarista – sistema democrático onde o chefe de governo é eleito, mas o de estado não. Quem rege a Austrália e o Canadá são seus parlamentares, mas está muito enganado quem pensa que a Rainha Elizabeth não opina em absolutamente nada. Ela constantemente conversa com os ministros e representantes dos demais povos sobre assuntos de interesse do Estado. Senta-se em seu trono na Câmara dos Lordes e executa o papel da soberana quando necessário. Não se trata somente de uma mulher com uma coroa, mas de um sistema bastante estável que oferece liberdade econômica e civil.

Por falar em liberdade, a Rainha Elizabeth não foi a única mulher a fazer política com o coração. Segundo Leandro Cruz do Jornal do Povo:

O historiador Eduardo Silva, da Fundação Casa de Rui Barbosa, teve acesso a documentos inéditos, como cartas da princesa endereçadas a proprietários de terra. Antes da Lei Áurea a princesa gastava boa parte de seu dinheiro comprando escravos (mas não era para explorá-los e sim para libertá-los). Após a assinatura ela pretendia comprar terras para assentar os recém-libertos, não descartando inclusive contrair empréstimos do Banco Mauá para distribuir pedaços de chão a todos os ex-escravos. Como eram muitos os negros, Isabel tentou até conseguir doações de terra e dinheiro para promover essa reforma agrária.

Abraham Lincoln serviu de exemplo por meio da lei da propriedade rural de 1860 (Homestead Act), intensificando a distribuição de terras de propriedade do governo federal dos Estados Unidos, em favor de produtores agrários livres e artesãos, distribuindo, até o ano de 1904, 147 milhões de acres, o que equivalia a cerca de 600 mil quilômetros quadrados.

Homestead

Em 1883, Dona Isabel surpreendeu quem reprovava as manifestações das Suffragettes inglesas (pioneiras na defesa do voto feminino). Segundo Robert Daibert Junior, biógrafo da princesa:

Ao se aproximar de um grupo que discutia o assunto, foi indagada por um deputado: “Que acha Vossa Alteza Imperial do voto feminino?” Sem maiores rodeios, a Princesa formulou de pronto a resposta: “Penso que num país onde as mulheres podem reinar, elas devem votar.”, numa clara referência à viabilidade do reinado feminino na Inglaterra. Respondia, assim, às críticas daqueles que apostavam na inferioridade do Terceiro Reinado sob seu comando, por sua condição feminina.

Em suma: a república brasileira critica a abolição da escravatura por dizer que os ex-escravos ficaram a Deus-dará, mas não conta que alguns anos depois do golpe de estado republicano, os ex-escravos não tinham onde morar e tiveram que construir casas em morros que hoje são chamados de ‘favelas’. Além do mais: vangloria-se pelo fato do primeiro voto feminino ter ocorrido após a queda da monarquia, mas esconde que impediu de ter acontecido antes.

Dom Pedro II, pai de Isabel, também era um exímio defensor das liberdades. Abolicionista, tal como Joaquim Nabuco (monarquista) e sempre favorável à imprensa livre. Infelizmente, segundo o Ranking da liberdade de imprensa no mundo em 2015, produzido pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, a república do Brasil ocupa a 99ª posição no ranking da liberdade de imprensa – 12 posições acima do resultado de 2014, sendo que, das 10 imprensas mais livres, 7 são de países monárquicos: Noruega, Dinamarca, Holanda, Suécia, Nova Zelândia, Canadá e Jamaica.

Isso não é tudo: segundo o ranking de liberdade econômica da Heritage Foundation, das 10 economias mais livres do mundo, 4 são monarquias: Nova Zelândia, Austrália, Canadá e Inglaterra.

Não apenas em termos de liberdade econômica, mas no que tange à liberdade humana, em geral: segundo o Índice de Liberdade Humana, divulgado pelo instituto norte-americano Cato, dos 10 países com maior liberdade humana, 6 são monarquias: Dinamarca, Nova Zelândia, Canadá, Austrália, Inglaterra e Suécia.

Mais adequado aos dias hodiernos do que ‘Independência ou morte!’, o grito de Dom Pedro l para representar a emancipação política, econômica e humana das monarquias poderia ser: ‘Liberdade ou morte!’.

Marcelo

Autor – Marcelo Lyra. 22 anos. Graduando em psicologia e estudante de psicanálise
com um interesse aguçado pela ponerologia. Monarquista e liberal.
Escritor nas horas vagas e filósofo quando possível.

Claudio Wieser
Tradutor e Publicitário, sócio proprietário da agência TCF Publicidade & Marketing, fundador do grupo O Libertário no facebook.

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One comment

  1. Muito bom, mas pra esclarecer uma coisa, esse negócio de escravos ao Deus dará é uma falácia, pois eles continuaram trabalhando, afinal, precisava-se de mão de obra.

    Na região Sul, a situação era tão boa que eles trabalham apenas 3 dias por semana. Vale lembrar que existiam planos para facilitar mais ainda essa situação, mas que a república nunca fez.

    http://causaimperial.com.br/
    https://www.youtube.com/watch?v=k3oiSdMOgqE
    http://www.monarquia.org.br/-/obrasilimperial/monarquiaourepublica.html
    http://rodrigoconstantino.com/…/o-que-foi-de-verdade-a…/
    http://monarquiabrasil.wix.com/monarquia

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