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O Libertario

Negros escravizaram portugueses por mais de 741 anos


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A grande divida que os brancos tem com os negros por 400 anos de escravidão é provavelmente a maior mentira já contada na história. O preconceito contra os brancos é tão grande que até o google mudou o resultado da minha pesquisa de “império mouro escravidão” para “império romano escravidão”. Mouro vem do latim Maures que significa Negro, devido a cor da pele deles dos integrantes do Império Mouro.

O Império Mouro foi o grande império muçulmano que conquistou o norte da África, Oriente Médio e Península Ibérica ( onde hoje se localizam Portugal e Espanha), é o mesmo império que alguns muçulmanos querem refazer através do estado islâmico. Com o regime de Califado, onde um homem seria escolhido por Deus para liderar o povo muçulmano na conversão do mundo para o islamismo.

Com o declínio do Império Romano, o Califado conseguiu uma brecha e em menos de uma década conquistou a península Ibérica inteira. Apesar da resistência de algumas regiões que voltaram rapidamente ao domínio Cristão, o Império Mouro permaneceu de 711 até 1452 na península, o que nos leva a 741 anos de ocupação e também de escravidão do povo cristão, sendo que após serem expulsos da península ibérica continuaram a escravizar portugueses, principalmente os que moravam no litoral e eram alvos fáceis.

Se considerarmos o tempo que os portugueses escravizaram negros de 1415 a 1975 ( se considerarmos o período colonial da Angola e Moçambique pós escravidão, pois a escravidão foi abolida em 1869), foram 560 anos. É um mal caratismo populista sem fim dessas organizações racistas promotoras de conflitos que nem deveria existir a essa altura do campeonato.

A escravidão sempre existiu e sempre foi com o intuito de gerar mão de obra e não por causa da cor da pele. Brancos já escravizaram brancos, negros já escravizaram negros. Nos primórdios o escravo era propriedade de outra ou em algumas nações os escravos eram os que pagavam impostos e os cidadãos não pagavam.

E com o fim da escravidão o que realmente aconteceu foi que todos nos tornamos escravos através da cobrança de impostos. E para manter seu poder escravocrata o governo vem promover o conflito entre brancos e negros.Mais liberdade, menos dependência, quanto menos pedirmos ao governo, menos impostos pagamos e enfraquecemos o governo.

califado-750dc


Saiba mais sobre o assunto ( Atualizado em 25 de Outubro de 2015):

  • Na época os portugueses não eram chamados de portugueses, porém muitos portugueses são descendentes dos mesmos incluído eu mesmo que na época o sobrenome dos meus antepassados era Hurtado, sendo alterado posteriormente para Furtado de Mendonça, culminando em apenas Furtado. Não deixem manipuladores ideológicos enganarem vocês por questão de nomenclatura, os nomes podem mudar, mas isso não altera a descendência.
  • Quando eu falo “Negros” é por que assim eram chamados mesmo os que tinham a pela não tão escuras, os descendentes deles recebem bolsas e cotas no Brasil, então eles podem ser considerados negros pelo padrão atual brasileiro também.
  • Eslavos foram escravizados por séculos e ninguém comenta sobre isso, até a primeira guerra mundial a Polônia estava sob domínio da Rússia.
  • Os irlandeses foram os primeiros escravos a serem trazidos ao Brasil, porém davam muito trabalho e acabaram perdendo valor. (é o que devemos fazer para deixarmos a escravidão estatal, darmos trabalho ao governo até ele desistir de nos escravizar).

Recebi um e-mail de uma pessoa que não conheço, chamado Sérgio Castro no qual ele me disse:
“Sou pesquisador histórico e tive a oportunidade de pesquisar livros escritos em Portugal, Espanha e no Brasil nos séculos XVI, XVII e XVIII, arquivos e Bibliotecas nacionais. Onde colocou portugueses, coloque brancos, pois também outros povos ibéricos foram escravizados, entre eles portugueses, galegos, castelhanos, andaluzes, catalães, bascos, andorranos, etc. O período que foi está correto, eles exploraram , dominaram e escravizaram, mulheres eram estupradas,e a lei da Sharia acontecia em mais ou menos toda a península.
Sugiro que corrija o seguinte:
O período escravagista não foi logo de 1.500 com o descobrimento, mesmo porque só haviam expedições de reconhecimento ainda e feitas desde 1480! Em segredo, por todo o Novo Mundo. Podemos colocar mais ou menos 1.700 o incremento de populações com servos e não escravos, pois escravos quem os tinha eram grandes senhores de engenho.Estes senhores de engenho compravam servos dos escravagistas judeus sefarditas (em sua maioria) que trocavam produtos com tribos escravagistas africanas dos reinos Bantus. Eles os vendiam por toda a América. e no caso brasileiro já independente foi terminado o tráfico em 1860, porém ainda restavam poucos mercadores até 1889, 1890, a princesa Isabel verificava pessoalmente nas vilas até de Ilha Bela. Ilha Nova da Princesa. É de ressaltar que um servo (e não escravo) no Brasil tinha melhores condições de vida que qualquer africano do seu tempo e é claro, foi lhe dada nova chance de viver, pois praticamente estavam condenados a morte. O período de servidão foi portanto de 1.700 a 1.890.  O que coloca em relação a África, lusófona , desde a Conferência de Berlim houve um incremento nos entrepostos comerciais (colônias) de países europeus. bem lucrativo para ambas as partes. e gradual desenvolvimento e assimilação de povos que queriam viver cada vez mais perto das cidades europeias (brancas) Na África não houve dito escravismo, mas o aproveitamento de mão de obra em troca de alimentos, vestuário. O que expandiu por todo o continente. Na década de 1930 já havia política de salários para os assimilados que escolhiam trabalhar na cultura europeia, quem não queria vivia no interior, em seu modo de vida tribal.  Outro ponto a ressaltar é que a escravidão existe desde a antiguidade, diversos povos escravizaram Romanos, Egípcios, Sumérios, em especial os árabes na África até hoje mantém sistemas parecidos como parte de sua Sharia por exemplo, exageram e sobrepõem-se a outras minorias.” Sérgio Castro.

711/2011 – 1300 anos da invasão Moura em Portugal!

Como foi a ocupação moura da península Ibérica? – Mundo Estranho (Abril)

A gênese do terror e o acirramento da luta entre Ocidente e Oriente: os Impérios da pólvora muçulmanos.

Mouros Negros e Mouros Pretos

Expansão dos otomanos deixa na defensiva a Europa cristã – Veja

África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador – Folha de São Paulo/ Reuters

Al Andalus

A vigarice acadêmica em ação – Olavo de Carvalho

Um blefe descomunal – Olavo de Carvalho

A Manilha e o Libambo: a África e a Escravidão de 1.500dc a 1.700dc

Escravidão e Hierarquia na Antiguidade Bíblica – PUC Rio

Arab and Berber (Moor) paintings

The White Slaves of Barbary

Slavery in Portugal

The Indigenous Berbers of Africa – By Natural Mystics

Wild Men and Moors painting

When Black Men Ruled the World: 8 Things The Moors Brought to Europe

Livro: Guia politicamente incorreto da história do Brasil por Leandro Narloch
Livro: Guia politicamente incorreto da história do Brasil por Leandro Narloch
livro-cristaos-escravos
Livro: Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast and Italy, 1500-1800 (Early Modern History) por Robert C. Davis
Livro: O escravo nos anúncios de jornais brasileiros século XIX
Livro: O escravo nos anúncios de jornais brasileiros do século XIX

Obs. Artigo foi publicado originalmente no site Liberdade em Foco em 26 de Março de 2015 por Renato Furtado com título “Negros escravizaram portugueses por mais de 741 anos”.

Extraído do site: www.http://renatofurtado.com/wp – De propriedade de Renato Furtado

Claudio Wieser
Tradutor e Publicitário, sócio proprietário da agência TCF Publicidade & Marketing, fundador do grupo O Libertário no facebook.

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Claudio Wieser
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4 comments

  1. A normalidade dita uma regra: a de acreditar no que é consenso geral, mesmo que este consenso seja dirigido, deturpado, impingido, usado para determinados fins…
    Já a naturalidade busca uma visão maior, mais ampla, despida de interesses imediatos ou preconceituosas.
    Uma ideia interessante essa que foi exposta. Tem a qualidade de nos liberar de certas amarras, pois expande conhecimentos. Por outro lado entendo que, como tudo, esse apreço pela vitimização do negro tem sua razão de ser: como raça foi a última a ser oficialmente escravizada, essa ‘prerrogativa’ a coloca em um patamar especial em tempos de abertura intelectual e tomadas de consciência, é usada como exemplo do que foi uma prática humana deletéria.

    Li um pequeno livro desses que a gente nem sabe como veio parar à mão, sobre um general japonês (ou chinês) que é convidado a dirigir um país, ou um han, em que ele se comporta da seguinte maneira: sempre que há algum assunto a resolver ele o vê sobre três aspectos. 1 – Elogia o que foi feito. 2 – O castigo pode vir de maneira exemplar, com a morte também do responsável pelo erro. 3 – Entendendo que para tudo há uma razão, ele segue por um ‘caminho do meio’, mais sábio.
    Intelectualmente sigo pelo livro, na pratica do dia a dia simplesmente ajo de maneira humana, humanizada, aberto aos sentimentos alheios. Os sentimentos é a linguagem da alma
    Bem, com tudo isso que disse acima apenas quero frisar que este assunto, o da vitimização do negro tão em voga, tem sua razão. Para o socialismo é prato cheio; para o liberalismo nem tanto, pelo menos àquele posicionado mais à direita.
    Parabéns!

    • O general citado expunha essas três possibilidades àquele que errou, clara e pausadamente…; esqueci de citar.
      Não poder editar o que comentamos é um horror, principalmente para quem como eu vai pensando e escrevendo… Rsrs!!
      Abraço!

  2. Os mouros não eram ‘negros’…! Vieram da península arábica! Não existe aí um erro de posicionamento ao equipará-los com a raça negra? Nesse caso existiria sim uma divida, que até se nota pela intenso e extenso sentimento de inferioridade que o branco faz questão (ou não, pode ser “inconsciente”), de demostrar ao “colocá-lo em seu lugar”. Sentimento esse que a pessoa da raça negra convive diuturnamente.
    Enfim, nada como uma ideia colocada de maneira inteligente para suscitar questionamentos, discussões, posicionamentos, e esclarecimento.

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