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O Libertario

Não, o islamismo não é compatível com o libertarianismo!!!


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Nos dia de hoje se tornou comum vermos constantemente movimentos progressistas fazendo campanha a favor da união entre muçulmanos e ocidentais, argumentam que eles são seres humanos como nós, que seguem uma religião da paz e que são manchados por causa de uma minoria radical. Recentemente esse discurso chegou ao meio libertário também, o artigo de hoje é mostrando a incompatibilidade entre o islamismo e o libertarianismo, falarei também sobre a questão da imigração islâmica.
Ps: antes que me chamem de cristão extremista, nazista ou algo do tipo, fiquem sabendo que sou ateu.
Ps²: utilizarei o termo “alcorão” ao invés de “corão”, pois mesmo a palavra alcorão significando “o corão”, no português é permitido falar/escrever “o alcorão”, que por sinal é a forma mais utilizada no Brasil para se referir ao livro sagrado do islã.

O que é o islamismo?

O islamismo é uma religião abraâmica monoteísta articulada pelo Alcorão, um livro que para os muçulmanos apresenta a palavra literal de Alá(Deus para os islamistas), revelada pelo profeta Maomé. Para um islamista, a única lei válida é a lei islâmica, a Xaria, para eles não há separação entre a religião e o direito, todas as leis são fundamentadas na religião e baseadas nas escrituras sagradas ou nas opiniões de líderes religiosos. A fonte mais importante da jurisprudência islâmica é o Alcorão(em seguida vem a Suna, mas essa só é seguida pelos sunitas), ou seja, toda lei derivaria desse livro sagrado, a primeira incompatibilidade entre o islã e o libertarianismo já começa aí, primeiramente porque a Xaria pressupõe um modelo de Estado para ela poder ser aplicada, o segundo ponto é que diversos ordenamentos do Alcorão são totalmente opostos ao princípio básico que todo libertário deve seguir, que é a propriedade privada(além de representar uma agressão a vida e a liberdade também), e eu posso comprovar isso mostrando os próprios trechos do Alcorão:

” Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo aos incrédulos.” capítulo 2, versículo 191

“Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso.”  capítulo 3, versículo 151

“Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as (prisioneiras e escravas) que tendes à mão. Tal é a lei que Deus vos impõe.” capítulo 4, versículo 24

O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.” capítulo 5, versículo 33

“Quantas cidades temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta.” capítulo 7, versículo 4

O islamista é justamente aquela pessoa que segue o Alcorão, ou seja, o islamista pratíca aquilo que o seu livro sagrado determina, logo islamistas são totalmente opostos a ideias de liberdade e a defesa da propriedade privada. Muita gente para rebater esses trechos – e dizer que isso não representa o islã – afirma “ah mas eu tenho um amigo que é islamista e não faz nada disso”, bom nesse caso temos que saber diferenciar o islamista e o simpatizante do islã, se o cara se diz islamista mas não segue o alcorão ele simplesmente não é um islamista, ele é apenas um simpatizante da religião, não existe islamista não praticante assim como não existe católico não praticante, para você ser adepto de religião x ou y é necessário praticá-la.

ps: Há mais versículos como esses(muito mais), para quem quer ver o resto deixarei os trechos e o Alcorão(completo) no final do artigo.

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A questão da imigração islâmica

Vivemos hoje a chamada “crise dos refugiados”, milhões de pessoas oriundas de países muçulmanos estão fugindo de suas terras natais para países do ocidente, os principais destinos desses refugiados são: França, Itália, Alemanha e Suécia. Muita gente vendo toda essa crise acaba se sensibilizando e querendo que esses refugiados sejam acolhidos aqui no ocidente, mas é aí onde está o problema, essas pessoas não vem para o ocidente em nome da paz e da harmonia, de um lado temos o ocidente que possui sua cultura, seus costumes e seu valores morais pautados no catolicismo e do outro temos extremistas que seguem uma religião que persegue infiéis, são pessoas que em suas terras natais matam católicos, protestantes, ateus, judeus, budistas, apedrejam e estupram mulheres etc, onde eles estão se alojando a violência está aumentando, vemos cada vez mais atentados terroristas, assassinatos, estupros etc, tudo isso por parte dos islamistas. Isso se deve ao fato de que o islamismo é uma religião expansionista, os seus seguidores querem que todos sigam a Xaria, ao chegar em um local diferente, o muçulmano não tenta se adaptar a cultura local, ele tenta impor a sua cultura a todo o resto da população, e o meio que ele encontra para realizar essa imposição é a violência, por isso esses países estão vivendo um verdadeiro caos. Muitos “libertários” argumentam a favor da imigração islâmica afirmando que as fronteiras são meras linhas invisíveis, que o Estado não deve ter o poder de determinar quem entra e quem sai no país, mas a pessoa que afirma isso não percebe o quão falho é o seu argumento, libertários realmente não defendem o Estado, mas também não são contra fronteiras, sem o Estado elas continuariam existindo, a diferença é que elas seriam privadas, ou seja de um jeito ou de outro haveria um controle sobre a imigração, outro ponto que eles ignoram é que os países dão programas sociais a esses imigrantes, isso apenas aumenta os gastos públicos e consequentemente os impostos, também ignoram o aumento da violência, isso faz com que mais dinheiro seja gasto com a segurança(isso pra não falar do desarmamento, muitos desses países são desarmamentistas), novamente pagaremos mais impostos, a consequência disso tudo é um aumento do Estado. A resposta que os “libertários” pró-islã tem para isso é a seguinte “você está me mostrando que o problema é o Estado e não o islã, basta acabar com o Estado”, mas o ponto é, o Estado só cresceu(nessa situação) por causa dos islamistas, e eu concordo, uma ótima solução para isso é acabar com o Estado, pois sem o Estado a imigração islâmica seria barrada novamente, dessa vez por fronteiras privadas, logo de um jeito ou de outro a livre-imigração é uma grande farsa(e também um perigo). Alguns progressistas argumentam que imigração é bom para o mercado, que isso aumentaria a produtividade, bom, isso é uma meia-verdade, quando os imigrantes migram com o intuito de trabalhar eles realmente são extremamente úteis para o livre-mercado, esse tipo de imigração eu sou totalmente a favor, a questão é que os imigrantes islâmicos não estão migrando com o intuito de trabalhar, e sim com o intuito de serem sustentados pelo Estado e expandirem a sua cultura por meio da violência, são questões totalmente diferentes. Vale lembrar que dentro desse grupo de refugiados existem inúmeros membros do ISIS que migram no intuito de se infiltrar no ocidente, abrir irresponsavelmente as fronteiras é abrir as portas para o terrorismo.

Resultado de imagem para ISISSão essas as pessoas que você quer em seu país?

 

 

CONCLUSÃO

Como vimos aqui, o islamismo não só é incompatível com as ideias liberais/libertárias, como também é incompatível com o ocidente como um todo, a consequência lógica da imigração islâmica é a violação da propriedade privada, esse tipo de multiculturalismo não é defensável nem por um viés jusracionalista/jusnaturalista e nem por um viés utilitarista.
Para  finalizar fiquem com um trecho retirado da obra “Democracia, o Deus que falhou” de Hans-Hermann Hoppe(capítulo 7, parte 3)
“Para fins de ilustração, vamos supor, em primeiro lugar, uma sociedade anarcocapitalista. Embora eu esteja convicto de que essa sociedade é a única ordem social que pode ser defendida como tal, não quero explicar aqui o motivo. 6  Em vez disso, eu a empregarei como uma referência conceitual, uma vez que isso ajudará a explicar o equívoco fundamental da maioria dos defensores contemporâneos da imigração livre.
Todos os territórios são propriedade privada, incluindo todas as ruas, todos os rios, todos os aeroportos, todos os portos (e assim por diante). Em relação a alguns pedaços de terra, o título de propriedade pode ser ilimitado (irrestrito); i.e., o proprietário está autorizado a fazer com a sua propriedade tudo quanto lhe aprouver, desde que não danifique fisicamente a propriedade dos outros. Em relação a outros territórios, o título de propriedade pode ser mais ou menos severamente restringido (restrito ou limitado). Como é atualmente o caso em alguns loteamentos, o proprietário pode estar vinculado a limitações contratuais sobre o que ele pode fazer com a sua propriedade (zoneamento voluntário), as quais podem incluir temas como: uso residencial versus utilização comercial; proibição de edifícios com mais de quatro andares; proibição de venda ou de aluguel a judeus, a alemães, a católicos, a homossexuais, a haitianos, a fumantes ou a famílias com ou sem filhos.
É claro que, nesse cenário, não há liberdade de imigração. Em vez disso, muitos donos independentes de propriedades privadas têm a liberdade de admitir ou de excluir os demais das suas propriedades de acordo com os seus próprios títulos (irrestritos ou restritos) de propriedade. A admissão a alguns territórios pode ser facilmente obtida, ao passo que a admissão a outros territórios pode ser quase impossível de ser adquirida. Em qualquer caso, contudo, o acesso à propriedade de uma pessoa que o admite não implica a existência de uma “plena liberdade de ir e vir” – a menos que os demais proprietários autorizem essa movimentação. Haverá tanta imigração ou não imigração, tanta inclusão ou exclusão, tanta dessegrega- ção ou segregação, tanta discriminação ou não discriminação (baseada em critérios raciais, étnicos, linguísticos, religiosos, culturais, entre outros) quanto os proprietários ou as associações de proprietários permitirem.”

 

FONTES:

O Alcorão(PDF)
Democracia, o Deus que falhou(PDF)
GATESTONE INSTITUTE(Aumento do índice de estupros na Suécia)
Brazilian Voice
GATESTONE INSTITUTE(Aumento do índice de estupros na Alemanha)

GATESTONE INSTITUTE(Aumento do índice de estupros na Alemanha é culpa dos refugiados)
Sua Lingua(Corão ou Alcorão)
Paulopes(trechos do Alcorão)

 

 

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